Assessoria sell-side e fundraising para healthtechs — de plataformas digitais de saúde a empresas de tecnologia médica com receita recorrente e base clínica estabelecida.
O setor de saúde é um dos mais resilientes e atraentes para consolidação via M&A. Grandes grupos hospitalares, operadoras de planos de saúde e fornecedores de tecnologia médica estão acelerando a digitalização das suas operações — e a rota mais rápida passa pela aquisição de health techs com produto validado, base de usuários e equipe técnica.
A Questum atua nesse mercado entendendo as especificidades de governança de dados de saúde (LGPD aplicada a dados sensíveis), integração com HIS/EHR, regras de reembolso de operadoras e os múltiplos de mercado pagos por plataformas que efetivamente reduzem custo assistencial.
Esta página é para você se sua empresa healthtech se enquadra em um destes perfis:
Telemedicina, saúde mental digital, agendamento de consultas, gestão de clínicas ou monitoramento remoto de pacientes com ARR entre R$ 2M e R$ 30M.
Sistemas de gestão hospitalar (HIS), registros eletrônicos de saúde (EHR/PEP), gestão de laboratórios ou diagnósticos, com contratos de longo prazo e base instalada.
Empresas com receita recorrente derivada de contratos institucionais que geram previsibilidade e alta barreira de saída.
Mesmo que a venda não seja imediata, a preparação para um futuro processo competitivo começa 12 a 24 meses antes.
A digitalização da saúde no Brasil ganhou velocidade irreversível após a pandemia. Regulamentação da telemedicina, interoperabilidade de prontuários e pressão por eficiência nos sistemas de saúde criaram um ambiente onde compradores estratégicos — grupos hospitalares, operadoras, distribuidoras de insumos médicos — precisam de tecnologia que eles não têm internamente e não conseguem desenvolver na velocidade necessária.
Do lado das healthtechs, muitos fundadores chegaram ao momento de escala com produto validado, mas enfrentam o desafio de distribuição em um setor fragmentado e conservador. A associação com um grupo maior — via venda parcial ou total — pode destravar a tração que o produto merece mas que o go-to-market independente não consegue alcançar.
Acesse nosso conteúdo de valuation com planilha para que você mesmo possa chegar a uma avaliação mais acurada da saúde financeira da sua empresa, além de saber de fato quanto ela vale neste momento.
Estruturamos o processo de M&A em torno das métricas que importam para compradores do setor de saúde — número de vidas gerenciadas, custo PMPM (per member per month), taxa de utilização de serviços, economia em sinistralidade, integrabilidade com sistemas legados — e as traduzimos para a linguagem de valuations e múltiplos de transação.
Traduzimos eficácia clínica, redução de reinternação ou economia em sinistralidade em argumentos financeiros concretos para compradores institucionais.
Assessoramos a organização do data room considerando os requisitos específicos de dados de saúde (dados sensíveis) que aparecem em due diligences de compradores internacionais.
Grupos hospitalares, operadoras de saúde, distribuidores de insumos médicos, redes de clínicas, fundos de PE com tese em health e estratégicos internacionais.
Negociamos earn-outs baseados em métricas clínicas e operacionais, cláusulas de retain do time médico-técnico e mecanismos de proteção da propriedade intelectual do produto.
Os múltiplos de healthtechs variam de 2x a 10x receita dependendo de fatores que refletem tanto a robustez tecnológica quanto o impacto clínico mensurável:
O ecossistema de compradores de healthtechs no Brasil é diverso e crescente:
Buscam tecnologia de gestão, diagnóstico digital e engajamento de pacientes para reduzir custo operacional e aumentar capacidade instalada.
Adquirem plataformas de saúde preventiva, monitoramento remoto e gestão de crônicos para reduzir a sinistralidade e melhorar o NPS dos beneficiários.
Empresas tradicionais que buscam adicionar camada de software e serviços digitais ao portfólio para competir com novos entrantes.
PE focados em plataformas de saúde digital, roll ups de clínicas ou consolidação de sistemas de gestão hospitalar.
Fintechs de saúde e grupos médicos globais em busca de ponto de entrada no mercado brasileiro via aquisição de empresas locais com produto validado.
Conduzimos processos de M&A para healthtechs em 6 etapas estruturadas, com médias entre 9 e 18 meses dependendo da complexidade regulatória e do número de partes envolvidas:
Alinhamento de objetivos com os sócios, valuation preliminar, diagnóstico de prontidão (financeiro, jurídico, operacional e técnico), construção do equity story, elaboração do teaser anônimo, do Information Memorandum (IM) e do modelo financeiro projetado, e organização do data room. Esta é a etapa que diferencia processos bem-conduzidos dos demais.
Mapeamento e aproximação confidencial dos compradores potenciais — estratégicos nacionais e internacionais e fundos de Private Equity. Assinatura de NDAs, envio do IM, gestão das primeiras conversas e geração de tensão competitiva entre os interessados.
Recebimento de Letters of Intent (LOIs ou ofertas não-vinculantes), análise comparativa das propostas, negociação dos termos centrais (preço, estrutura, earn-out, exclusividade) e seleção do(s) candidato(s) que avançam para a fase de diligência.
Due diligence financeira, contábil, tributária, legal, trabalhista, técnica e comercial conduzida pelo comprador. A Questum gerencia o processo end-to-end, prepara respostas, antecipa pontos de atenção e protege o cronograma da transação.
Negociação do contrato definitivo (Share Purchase Agreement — SPA), com declarações e garantias, condições precedentes, mecanismos de ajuste de preço, escrow e cláusulas de earn-out. Assinatura formal do contrato pelas partes.
Cumprimento das condições precedentes, transferência de controle societário, closing financeiro e início do período de transição. Acompanhamento das cláusulas de earn-out (quando aplicáveis) e suporte aos sócios no pós-deal.
Os prazos podem variar conforme o estágio de prontidão da empresa, a complexidade da estrutura societária e o número de compradores envolvidos no processo.
Se você é fundador ou sócio de uma healthtech — startup de saúde digital ou empresa de tecnologia médica estabelecida — e quer entender o valor real do seu negócio em uma operação de M&A, vamos conversar. Avaliamos seu cenário em sigilo e apresentamos uma estimativa de valuation que considera o impacto clínico, os contratos institucionais e o apetite dos compradores ativos hoje.
Sim, para compradores estratégicos. Grupos hospitalares e operadoras pagam por distribuição, base clínica e tecnologia — não por EBITDA. O que precisa estar claro é o caminho para a eficiência e o valor estratégico do produto no portfólio do comprador.
O processo é estruturado com NDAs específicos para dados de saúde, segregação de acesso no data room e compartilhamento somente de dados anonimizados e agregados na fase inicial. Dados clínicos individuais só são acessados após assinatura de LOI e dentro de protocolo de due diligence controlado.
Depende do tamanho dos contratos, da recorrência e do potencial de expansão da base. Três contratos com hospitais podem representar um valuation interessante se houver NRR positivo, potencial de expansão para novas unidades e barreira de saída elevada. Avaliamos isso na primeira conversa.
Trabalhamos com retainer mensal durante o processo e success fee sobre o valor da transação. Nossa remuneração está alinhada ao seu sucesso: só ganhamos bem quando você fecha um deal na medida certa.
Cancele quando quiser.